sexta-feira, 30 de julho de 2010

terça-feira, 6 de julho de 2010

Plano de aula com recursos tecnológicos

SCOLA ESTADUAL JUSCELINO K. DE OLIVEIRA Professora: Sulavone Aquino Mota Ries CONTEÚDO: CICLO DA ÁGUA COMPONENTE CURRICULAR: CIÊNCIAS NATURAIS OBJETIVO: Desenvolver o conhecimento sobre os movimentos da água e sua importância para manutenção da vida. O QUE O ALUNO PODERÁ APRENDER COM ESSA AULA: Ter conhecimento desse fenômeno natural tendo como conseqüências as mudanças de estado físicos da água: líquido, gasoso e sólido, durante o processo de circulação. Além disso, a sua importância para a manutenção da vida no planeta. DURAÇÃO DAS ATIVIDADES: 2 aulas de 50 min. CONHECIMENTOS PRÉVIOS TRABALHADOS PELO PROFESSOR: A formação de nuvens, a chuva, a neve, a neblina. ESTRATÉGIAS E RECURSOS DA AULA: 1ª AULA: A abordagem do tema em ambiente externo à sala de aula, em contato com a natureza (introdução e aprofundamentos). Abrir uma discussão a respeito da água se fazendo presente em todos os elementos da natureza. Chamar a atenção dos alunos para o céu: formação de nuvens, o sol aquecendo as águas e secando chão, lembrar o orvalho da manhã nas plantas. Chamar atenção ainda, que em todos esses fenômenos estão ocorrendo mudanças da água, através de transformações em seu estado físico: líquido, gasoso e sólido. Apresentar o ciclo da água através do data show fazendo as explicações conforme a animação vai apresentando os temas. http://www.atividadeseducativas.com.br/index.php?id=2065 2ª AULA: Levar os alunos ao laboratório de informática para que em grupos possam resolver a atividade interativa sobre o ciclo da água que está disponível em: http://www.cambito.com.br/games/ciclo_agua.htm Logo após a socialização entre os alunos sobre a atividade desenvolvida sob a orientação do professor, fazer a conclusão da atividade. Pedir que os alunos façam um desenho representando o que aprenderam. E depois fazer a exposição dos desenhos no mural da sala. AVALIAÇÃO: Serão avaliados através da participação e interação não só com os joguinhos de animação como também com os colegas entre se.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O QUE É O HIPERTEXTO ?

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Uma das mais novas modalidades de texto ou formas de se fazer leitura ? Esses e outros aspectos são os motivos de divergências entre estudiosos da tecnologia .É o que se percebeu em relação à conceituação do hipertexto.

A princípio,alguns pesquisadores discutem como critério da linearidade e não-linearidade textual, além da existência desse, dentro do computador em ambiente digital ou não, para se denominar como hipertexto.

Nessa perspectiva, o francês Pierre Lévy e alguns pesquisadores norte-americanos defendem a não-linearidade e o ambiente digital, características fundamentais do hipertexto ou seja, este tipo textual não segue uma linha sistemática, obrigatória ao leitor, como nos textos no papel, más o leitor navegador com toda liberdade de optar pelos múltiplos caminhos através das várias conexões interligadas por palavras, imagens e outros, no ambiente virtual.

Por outro lado, há uma corrente que defende a hipertextualidade não como um objeto de estudo más, um jeito de pensar, um jeito hipertextual de ler, além disso,a disposição de conteúdos um após o outro, não significa que o mesmo seja linear.Bolter e Grusin defendem que a hipertextualidade independentemente da nomeclatura, existe há séculos. Para eles, sumários, notas de rodapé levam o leitor à navegação, é como se fossem os links no ambiente virtual.

Nesse sentido, sendo novo ou não, o hipertexto nesta era digital não poderia se traduzir na forma mais eficaz, democrática e a acessibilidade de se buscar informações dos mais variados contextos e as mais variadas óticas do conhecimento. Ao contrário do texto no papel.Já que a cultura do livro ,desde tempos remotos tinha pouca ou quase nenhuma acessibilidade.E hoje, ainda se percebe, que apesar da tecnologia, o livro , a principal ferramenta da leitura no papel, mantém uma certa inacessibilidade pelos altos custos para a população menos privilegiada.

sábado, 1 de maio de 2010

quarta-feira, 28 de abril de 2010

QUEM SOU EU COMO PROFESSOR E APRENDIZ


Como profissional da educação e mais que uma educadora sou uma aprendiz. Pois mais do que ensinar, aprendo com meus alunos. Aprende-se ao buscar os conhecimentos, as metodologias adequadas para desenvolvê-las, os recursos pedagógicos e tecnológicos utilizáveis para aquele conteúdo, e principalmente o desenvolvimento dessa prática em sala com os alunos. Já que diante das varias vivências, formas de pensamentos e realidades se descobre de repente outras possibilidades de conhecimento.

Particularmente sempre gostei de buscar novos conhecimentos para minha vida profissional. Atualmente busco entender o uso das tecnologias na educação, suas vantagens , tendências e principalmente a sua utilização de forma mais adequada e produtiva possível para a formação do educando.Sei que não basta utilizar tecnologias na escola, mas saber de que forma usá-las, é fundamental.

Assim, participar de cursos de capacitação e formação profissional são experiências muito importantes e enriquecedoras para o aperfeiçoamento profissional. Pois esses, nos dão oportunidades de conhecimentos não só científicos mas reflexões de práticas, novidades da área, vivências e experiências através da interação com os colegas.Isso nos leva a repensar a nossa prática pedagógica, buscar novas abordagens metodológicas e consequentemente melhor atuação profissional.

Hoje, sabe-se que é preciso acompanhar as novas mudanças. Com a demanda das tecnologias, precisamos estar abertos às novas tendências de letramentos, para não corrermos o risco de fazer o ensino ultrapassado, sem utilidade para o mundo atual. No entanto, precisamos estar preparados para usá-los ou seja, fazer uso do mesmo numa perspectiva reflexiva e crítica dos seus conteúdos,questionando o seu objetivo, sua ideologia, para daí, usá-los a favor dos nossos objetivos ou seja, dos objetivos pedagógicos , da proposta pedagógica com a qual estou trabalhando.

Nessa perspectiva, acredito que só despertamos interesse, curiosidade e motivação por algo no outro, quando os temos. Apesar dessas reações serem intrínsecas, provocam algum contagio no outro.